LARISSA KETENER
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Planejamento sucessório

Planejamento sucessório elimina a necessidade de inventário?

Cada instrumento produz efeitos próprios e pode deixar bens sujeitos à sucessão.

Larissa Ketener · OAB/RJ 275.969
Atualizado em 18 de outubro de 2026 · Leitura breve

Não existe solução universal

O planejamento pode organizar transferências em vida e disposições para depois da morte. Contudo, a existência de testamento ou de uma estrutura patrimonial não significa que todos os bens tenham sido retirados da futura sucessão.

Verificar o que permanece

Bens ainda titulados pelo falecido, créditos e direitos descobertos posteriormente podem exigir regularização sucessória. Até participações em sociedades precisam ser avaliadas conforme o contrato e a legislação, sem confundir o patrimônio da empresa com as quotas do sócio.

Objetivo realista

A estratégia deve buscar clareza e adequação à família, sem prometer eliminar todo procedimento ou conflito. Depois de implementar os atos, confira registros e titularidades. O acompanhamento deve identificar ativos novos e mudanças que alterem a estrutura inicialmente escolhida.

Fontes oficiais

Referências consultadas em 18/10/2026. Conteúdo informativo, de caráter geral. A aplicação das normas depende das particularidades e dos documentos de cada caso.

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